BLOCO ESCRAVOS DA MAUÁ

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Desde 1993, um grupo de profissionais de diversas áreas frequenta, faz amigos, se encontra, toca, canta, se encanta pesquisa e divulga a Praça Mauá, sua cultura e seus personagens imortais. São trabalhadores de empresas sediadas no Centro da cidade, amigos, moradores, curiosos, arquitetos, historiadores, músicos, pesquisadores… A uni-los, o amor pelo samba, pelo carnaval de rua, pela cidade do Rio de Janeiro e, especialmente, por aquele pedaço do Rio.

Desses encontros, sempre no Largo de São Francisco da Prainha, surgiram: o bloco ESCRAVOS DA MAUÁ, as RODAS DE SAMBA DA MAUÁ (com o “Fabuloso Grupo Eu Canto Samba”) e o cd-rom CIRCUITO MAUÁ: SAÚDE, GAMBOA E SANTO CRISTO, sobre os bairros portuários cariocas. O conjunto dessas iniciativas recebeu, no ano 2000, o Prêmio URBANIDADE, concedido pelo Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB-RJ) a trabalhos que colaborem para a preservação e a revitalização do patrimônio histórico e cultural e para a ocupação criativa do espaço público da cidade.

As RODAS DE SAMBA DA MAU receberam o troféu Elite 2000 oferecido pela Gafieira Elite, um dos mais tradicionais espaços cariocas de samba e dança de salão. E o bloco ESCRAVOS DA MAUA foi escolhido, em eleição popular online pelo Jornal do Brasil, como “o melhor bloco do carnaval 2006”.

O cd-rom CIRCUITO MAUA, lançado em 1998, contou com uma equipe de mais de 20 profissionais, teve direção de Eliane Costa, patrocinio da Multiterminais Alfandegados, empresa da area do porto do Rio de Janeiro e apoio das leis de incentivo a cultura. Com ele conquistamos diversos prêmios, como o PRIX MOBIUS AMERICA LATINA (com consequente apresentação do cd-rom na etapa mundial do Festival PRIX MOBIUS de Multimidia em Paris, três meses depois), o TOP NEW MEDIA 2000, conferido pela Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil, e a DISTINÇÃO 2001 da Uniao Brasileira dos Escritores.

Na Rua Camerino, próxima ao bairro da Saúde, ficavam os mercados de escravos nos séculos XVIII e XIX. Mesmo depois da abolição da escravatura, os ex-escravos e as colônias de negros baianos que vieram para o Rio fixaram-se no bairro da Saúde, em busca de trabalho no porto e moradia barata. O bairro chegou a ser conhecido como Pequena África no Rio de Janeiro. Como o bloco foi formado por funcionários públicos – isto é, escravos – daí para o nome foi um pulo.

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SERVIÇO

ESCRAVOS DA MAUÁ

Data: 09/12/2017
Local: Boulevard Olímpico
Referência: Na praça entre os Armazéns 3 e 4, em frente ao mural do Cobra, estação VLT Parada dos Navios.
Praça Mauá – Rio de janeiro – RJ
Horário: 16 horas

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