DIA NACIONAL DO CHORO

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O Dia nacional do Choro não foi escolhido à toa para celebrar o Dia do choro: há 120 anos nascia o mestre Pixinguinha, compositor, orquestrador, flautista e saxofonista. Uma inspiração para tantos músicos e uma legião de fãs carinhosos por todos os lados. Desde o ano 2000 o dia de Pixinguinha é também o dia do choro, um gênero genuinamente brasileiro e com incontável influência sobre outros gêneros e diversos músicos nacionais e internacionais. Para a cavaquinista Luciana Rabello “o choro como uma grande árvore central da música do Brasil que deu vários desdobramentos na história. O samba carioca nasce dentro do choro. O samba carioca não veio da Bahia, como as pessoas cantam essa bola sem fundamento. O samba da Bahia veio da Bahia, o carioca não, o samba carioca nasce dentro do ambiente do choro. O samba do Rio não existiria sem o choro”.

A história do choro vem de mais de 150 anos atrás. O gênero surgiu em meados do século XIX no Rio de Janeiro, a partir de diversas influências que confluíam para a então capital do Brasil, o Rio de Janeiro, e rapidamente se espalhou por todo o país. Durante o século XX, o choro conheceu um notável desenvolvimento, tanto em termos de composição, interpretação e registro quanto em alcance, tornando-se sem dúvida uma música nacional.

Uma das mais antigas músicas populares urbanas em atividade, o choro foi a grande escola de importantes músicos brasileiros como: Anacleto de Medeiros, Ernesto Nazareth, Sivuca, Hermeto Paschoal, Tom Jobim, Altamiro Carrilho, Baden Powell, Raphael Rabello e o próprio Pixinguinha entre tantos outros.

Matéria-prima de compositores que estruturaram a música brasileira, inclusive a de concerto, como Villa-Lobos, Radamés Gnattali e Guerra-Peixe, o choro contribuiu para fazer a nossa música respeitada em todo o mundo. A partir dos anos 60, entretanto, sem espaço nas rádios, TVs e demais veículos de comunicação de massa, o gênero passou a ser menos divulgado, e frequentemente rotulado como uma “música do passado”.

Porém, de lá para cá, novas gerações trataram de recuperar a memória do gênero que hoje está com fôlego total e conquista cada vez mais jovens.

Fonte: casadochoro

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SERVIÇO

DIA NACIONAL DO SAMBA
Data: 23/04/2018
Local: Livraria e Edições Folha Seca
Endereço: Rua do Ouvidor, 37
Centro – Rio de Janeiro – RJ
Horário: 14 horas

 

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